quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Conferência "Como comunicar num mercado inconstante"

Apesar dos lugares disponíveis já estarem esgotados pode assistir a esta interessante conferência via online e em directo. "No próximo dia 4 de Novembro assista em directo à conferência anual da APAN. Pode ligar-se através do nosso site (www.apan.pt) ou através do site do jornal Briefing (www.briefing.pt), nosso media partner nesta iniciativa.

Sob o mote «Preparados para mudar?» e com um painel de especialistas, reconhecidos nacional e internacionalmente, o interesse em estar presente foi de tal ordem que, muito rapidamente, esgotámos os lugares disponíveis.

Mas para que todos possam assistir ao debate avançámos para esta ligação online em directo.

Aqui neste nosso sítio ou no sitio do jornal Briefing, assista em directo a mais uma conferência anual da APAN. Vai valer a pena!"

Aqui fica o programa da conferência:
"Programa:

14.00h - Credenciação

14.30 h – Boas Vindas – Presidente da APAN

14.45 h – Painel – Vamos surfar no digital
Este painel procurará ajudar os profissionais de marketing a compreender como é que podem capitalizar na recuperação económica utilizando plataformas digitais para acelerar o crescimento

Diogo Vasconcelos, Director e Distinguished Fellow, IBSG Cisco
Dan Southern, Director, Xtreme Information, London
Rodrigo Moita de Deus, Director Geral, Next Power
Moderador: João David Nunes, Director Geral, Briefing e Advocatus
16.30 h - Coffee-break

16.45 h – Debate – Confiamos na publicidade?
As percepções sobre a publicidade têm vindo a piorar ao longo dos anos. Neste painel será apresentado um estudo promovido pela APAN (Metris GFK) seguido de um debate sobre o que precisa ser feito para reconstruir a confiança dos cidadãos nas empresas, nas marcas e na publicidade

António Gomes, Director Geral, Metris GFK (apresentação estudo)
Luís Paixão Martins, Administrador, LPM
Nuno Artur Silva, Fundador e Director Geral, Produções Fictícias
João Dionísio, COO, Strat
Moderador: João David Nunes, Director Geral, Briefing e Advocatus
17.00 h – Ideias finais sobre a Conferência"

Fonte:http://www.apan.pt/preparados-para-mudar/

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"Conceito de Relações Públicas gera polémica entre académicos e profissionais"

"A direcção da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom) acusou ontem o professor Adriano Duarte Rodrigues de ter vilipendiado a área científica das relações públicas, mas o catedrático refere que apenas questionou o conceito.
Em causa estão alegadas afirmações feitas por Adriano Rodrigues, professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, enquanto arguente das provas públicas de agregação de Nuno Brandão, professor do Instituto Superior Novas Profissões, do Grupo Lusófona.
“No decurso dessas provas, a área científica das relações públicas foi considerada coisa desprezível, sendo vilipendiada como uma actividade de ‘casas de passe’, refere a direcção da Sopcom, em comunicado enviado à agência Lusa.
No comunicado, subscrito pelo presidente da Sopcom, Moisés Martins, pelos vice-presidentes, Bragança de Miranda e Paulo Serra, e pelo presidente da Assembleia Geral, Paquete de Oliveira, refere-se que “o candidato foi humilhado, a ciência maltratada e o debate académico escarnecido”.
“Denegrir as provas de um candidato pela recusa da atribuição de carácter científico à área em que o candidato se apresentou, e caricaturar a área, descrevendo-a através de metáforas sexuais de gosto duvidoso, revela uma perspectiva dogmática e doentia do que sejam as ciências da comunicação”, salienta a associação.
Para a Sopcom, de que Nuno Brandão é associado e Adriano Rodrigues não, “nenhum sumo-sacerdote pode sobrepor-se à comunidade académica, nacional e internacional, decretando o que sejam as ‘boas’ e as ‘más’ ciências da comunicação”.
Contactado pela Lusa, Adriano Rodrigues negou que tenha ofendido alguém ou que tenha denegrido a área das relações públicas, sublinhando que apenas perguntou ao candidato o que entendia por relações públicas.
“Foi um questionamento de conceitos. Não chamei nomes a ninguém. Não ofendi ninguém”, afirmou o catedrático, referindo que respeita a área científica em causa, tendo até recebido um prémio da Associação Portuguesa de Relações Públicas.
Adriano Rodrigues realçou que Nuno Brandão não conseguiu responder cabalmente às perguntas que lhe foram feitas, o que levou cinco dos sete membros do júri a reprovarem as suas provas.
“Fui o penúltimo a votar. O candidato já estava chumbado quando votei”, notou, atribuindo as críticas que lhe dirigem a uma “tentativa de linchamento” conduzida pela Sopcom e pela Universidade Lusófona.
“É veneno puro da Sopcom e da Lusófona. Sou uma pessoa a abater porque fiz uma exigência conceptual”, frisou.

Fonte: Lusa"

Retirado de: Briefing

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Introdução à Teoria das Relações Públicas de Gisela Gonçalves


Não deixem de ler o livro Introdução à Teoria das Relações Públicas da autoria de Gisela Gonçalves, docente na Universidade da Beira Interior. Um dos locais onde esta obra pode ser adquirida é na Porto Editora. Aqui fica a sinopse da mesma: "Ao comparar-se o corpus teórico das relações públicas com outras disciplinas das ciências da comunicação, rapidamente se constata que, enquanto campo científico, as relações públicas ainda estão na sua infância.
Com este livro ambiciona-se contribuir para o estudo do estatuto epistemológico das relações públicas através da apresentação das suas teorias mais representativas. Começa-se por demonstrar como a fundamentação sistémico-funcionalista dos estudos em relações públicas, de origem norte-americana, deu origem ao paradigma ainda hoje dominante: a teoria da simetria/excelência das relações públicas. Em seguida, dá-se atenção às principais tensões teóricas que desafiam a sua hegemonia, especialmente vincadas, por um lado, pelas correntes críticas que apontam para uma visão negativa do papel das relações públicas na construção da opinião pública e, por outro, pelas teorias que questionam o seu lugar na sociedade contemporânea."

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"ICAP suspende campanha do Meo dos Gatos Fedorentos"

"O Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP) decidiu suspender a campanha da Portugal Telecom denominada "Experiência Meo Zapping" após queixa da ZON, acusando a empresa de violar os códigos da Publicidade e de Conduta do ICAP.

No extracto da acta do Júri de Ética do ICAP, a que a Lusa teve acesso, a campanha que o Meo tem actualmente nas televisões e internet encontra-se "desconforme" com os códigos da Publicidade e de Conduta do ICAP, "pelo que a sua divulgação deverá cessar de imediato e não deverá ser reposta - quer na sua totalidade, quer em termos parciais - caso se mantenham os tipos de ilícito apurado pelo Júri de Ética".

Os anúncios, em que participam os Gatos Fedorentos, fazem uma comparação com a velocidade e eficiência do serviço Meo com de outras operadoras.

O Júri de Ética considerou que tal campanha não respeita os princípios fundamentais da comunicação do Código de Conduta do ICAP, conforme o artigo 4 em que diz que "todas as comunicações comerciais devem ser concebidas com o sentido de responsabilidade social e profissional e devem ser conformes aos princípios da leal concorrência, tal como estes são comummente aceites em assuntos de âmbito comercial".

Além disso, diz também que os anúncios atingem o princípio da veracidade (artigo 9), da comparação (artigo 15) e da denegrição (artigo 16).

O Júri de Ética decidiu também que a PT não estava a respeitar o Código da Publicidade no que se refere à publicidade comparativa (artigo 16), que diz que não deve ser "enganosa" e "não desacredite ou deprecie marcas, designações comerciais, outros sinais".

Contactada a ZON, a empresa não se quis pronunciar sobre o tema e a PT remeteu para mais tarde uma reacção.

PT contesta e diz que campanha suspensa da Meo é baseada em estudos científicos

A Portugal Telecom (PT) diz que a campanha para televisão e internet do Meo "é permitida em Portugal" porque é baseada em estudos científicos, mas vai cumprir a lei e retirar a campanha onde participam os Gatos Fedorentos do ar.

O Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP) decidiu suspender a campanha da PT, denominada "Experiência Meo Zapping", após queixa da ZON, acusando a empresa de violar os códigos da Publicidade e de Conduta do ICAP.

Em declarações à agência Lusa, fonte oficial da PT afirma reiterar "sempre o seu comportamento pelo integral cumprimento da lei", mas que o actual anúncio "não é uma campanha de publicidade comparativa, pois não se identifica um concorrente, nem serviços oferecidos por um concorrente".

A mesma fonte diz ainda que, "de qualquer forma, a publicidade comparativa é permitida em Portugal desde que as afirmações contidas na campanha sejam verídicas e comprováveis" e que a PT pode comprová-lo através de "um estudo científico realizado pela Universidade de Aveiro que evidencia, inequivocamente, que as funcionalidades demonstradas na campanha (nomeadamente o 'zapping') são verídicas".

Para a PT, que detém a marca Meo, "o referido estudo comprova que o 'zapping' do MEO é até seis vezes mais rápido que o 'zapping' da ZON", reiterando assim que o Meo é mais rápido que as outras operadoras.

Segundo a fonte da operadora da PT, o referido relatório "descreve o processo de medição, e respectivos resultados, respeitante à aferição do intervalo de tempo que medeia entre a comutação de canais de televisão em duas plataformas comerciais de distribuição de televisão: MEO IPTV e ZON por Cabo".

A PT observa ainda que o processo de medição "foi realizado por uma equipa de Professores da Universidade de Aveiro, composta pelo Professor Doutor Jorge Ferraz de Abreu e pelo Mestre Telmo Silva," e ocorreu na sequência de uma solicitação efectuada pela PT, "com vista a efectuar todos os testes e medições do tempo efectivo de mudança de canal de cada uma das soluções em análise".

Apesar dos argumentos da PT, o Júri de Ética do ICAP deliberou que a campanha que encontra-se "desconforme" com os códigos da Publicidade e de Conduta do ICAP, "pelo que a sua divulgação deverá cessar de imediato e não deverá ser reposta - quer na sua totalidade, quer em termos parciais - caso se mantenham os tipos de ilícito apurado pelo Júri de Ética".

Fonte: Lusa"

Retirada de: Briefing

sábado, 2 de outubro de 2010

"IPAM aposta em marketing management"

"O Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) prepara-se para lançar um Executive Master/Pós-Graduação em Marketing Management, curso que arranca no próximo dia 12 de Outubro. O curso, a funcionar em horário pós-laboral, conta com sete módulos e destina-se especialmente a profissionais que desempenham funções de marketing ou comercial de nível superior e médio e nas áreas de gestão de produto, vendas, publicidade, relações públicas e serviços de apoio ao cliente."

Por: Pedro Durães
Fonte: Meios & Publicidade